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Sagrado Feminino

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Houve um tempo em que a mulher era vista como algo sagrado, mas não intocável e sim respeitado e valorizado. Elas dançavam para cultuar e agradecer à Mãe Natureza pela fartura, pela vida, pela saúde … porque se identificavam com ela e, dessa forma, aceitavam os ciclos naturais do seu corpo. Os movimentos (ondulatórios, circulares, tremidos) realizados nas danças e rituais reproduziam aqueles que eram vistos na Grande Mãe.

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Toda essa cultura estreitava a ligação da mulher com o seu corpo físico o que favorecia o equilíbrio interno, o autoconhecimento, o respeito, a autoestima, a circulação sanguínea, a gestação e o despertar do poder criativo do VENTRE.

E, por gerar vidas, o corpo feminino representava o sagrado.

Ao longo dos anos, a sociedade tornou-se paternalista o que foi acompanhado por uma mudança de hábitos, valores, comportamentos que, por sua vez, resultou em danos psicológicos incalculáveis com a perda da identificação do sagrado feminino.

Na vida moderna não cabe o VENTRE e quem dirá o seu poder de gerar, produzir e criar. A necessidade de vários turnos de trabalho associado aos longos períodos na posição sentado, ao sedentarismo, aos mobiliários modernos desencadearam fatores que favorecem a inibição da musculatura pélvica, a incontinência urinária, aos desequilíbrios lombo-pélvicos etc.

Pesquisas recentes constatam que 25% das mulheres sofrem de moderada a severa fraqueza muscular pélvica com esse valor subindo para 30% ou mais em obesas e em mulheres idosas. A incontinência urinária pode ser consequência dessa insuficiência muscular e, atualmente, tem uma alta taxa de incidência já que está presente em uma a cada três mulheres acima de 45 anos e uma a cada oito mulheres no período de 18-23 anos.

Na abordagem fisioterápica, em quase todos os quadros de desequilíbrios biomecânicos, a intervenção primária ocorre na região pélvica. E, na prática clínica, eu me deparei com a dificuldade dos pacientes em reconhecer a região e/ ou – através dos comandos verbais – recrutar/ativar o grupo muscular que constitui o assoalho pélvico.

Em vista disso, desenvolvi um programa para despertar a consciência do VENTRE, melhorar a sua irrigação sanguínea e ativar a sua força e o seu poder de criação do ventre. Esse trabalho inclui técnicas energéticas ( reiki, Magnified Healing , Cromoterapia e cristaloterapia), vivências , rituais para despertar arquétipos de deusas, pompoarismo, ervas e preparados , dança, uso de instrumentos musicais que auxiliam o equilíbrio interno através da força dos quatro elementos da natureza (fogo, ar, terra e água)…

Entre os resultados alcançados estão a melhora da consciência corporal, da auto-estima, da mobilidade dos quadris e da área pélvica, da libido, lubrificação vaginal e da saúde sexual, o equilíbrio dos movimentos – tanto no espaço físico como no campo de atitudes e escolhas psicológicas -,  o respeito e aceitação dos ciclos naturais femininos,  a melhora da conexão com a Mãe Terra e a vovó Lua o acesso à Mulher Selvagem / Loba.